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POR Fêmea na categoria Eu quero morrêêêEu juro que o dedo coça pra responder:

Eu nunca faço isso, mas quando resolvo expor todo o meu amor e carinho a minha mãe… cagada! Eis que estou no meu quarto quando ouço sua voz do outro lado da porta. Penso em pregar-lhe uma surpresa abrindo a porta e dando-lhe um delícioso BOM DIA!
Eis que quando abro a porta com veemência, expresso um encantador “BOM DIAAA!!”.
O problema todo foi eu, vestida apenas com uma calcinha, dar de cara com dois pedreiros conversando com minha mãe a respeito de uma obra que será feita.
Eu só me fodo!
Após recebermos várias críticas devido a nossa performance em post e crônicas, entramos num acordo depois de varadas, consolos e vibradores e decidimos, juntos, divulgar passagens do passado que foram importantes para nos tornar o que hoje somos:
Macho engafinhado com uma cobra:

Fêmea na mão do Palhaço:

Agora cambada, parem de “meter o pau” na gente!
Fêmea - Zé, preciso de um poema para um homem. Nada meloso e sim singelo.
Zé Limão, meu limoeiro - Hum… sou péssimo para isto. Já viu alguma canção?
Fêmea - Ainda não. Essas poetizas não escrevem sobre isso. Não sabem/querem escrever sobre romance com homens.
Zé Limão, meu limoeiro - Ah, sei lá. Procure em músicas… Tenta Ana Carolina!!
Fêmea - Ana Carolina, Zé?? Porra!
Taí, Zé, postado!
Babaquice essa história de ‘dente do juízo’. Francamente, até parece que as pessoas não me conhecem. Juízo é o tipo de coisa que eu só vou pegar quando me apaixonar por uma advogada loira e gostosa.
Dente do siso está para dor assim como Faustão está para merda.
Essa porra dói. E dói pra cacete! Daí que hoje fui ao dentista extrair o dente do siso (3º molar superior [wfit?]) e tomei anestesia o suficiente para desmaiar um elefante.
Conclusão? Estou sem o dente do siso. Também estou sem a sensibilidade do meu lado direito do rosto e provavelmente terei de fazer fisioterapia e sessões com uma fonoaudióloga. Extraí o dente há três horas e ainda não consegui falar xixi sem babar.
Demorei dezenove anos da minha vida para descobrir que não gosto de dar o cu.
Nudípedes, nem tudo é o que parece. Ou é.

Agora sim! Com as obras do Metrô na cidade do Rio de Janeiro, a cidade virou um pandemônio. É o pé da negaiada da Pavuna cheio de areia de Ipanema, é a cadeira de praia que o cara de sunga branca com cara de cachaça resolve colocar no meio do vagão e é a tia que segura meu braço nas 23 freadas do metrô entre as estações Largo do Machado e Maria das Graças. Agora sim, conseguimos ser piores que São Paulo.
Nudípedes: Metrô Rio - a sua insatisfação em primeiro lugar.
Feliz Ano Novo a todos.
Nossos maridos e esposas não nos querem mais. Concorrência, acheguem-se!
Macho, casa comigo?
De repente o mundo desaba e uma simples cena com uma pessoa qualquer é o suficiente para acreditar que sua vida não faz sentido e que você, sempre interpretando personagens, também não o tem.
Mas é rápido. Se o mundo desaba, você pisa nos cacos e vai embora. Sorrindo, feliz, como se nada tivesse acontecido.
Talvez, mais uma vez, você esteja interpretando. Talvez não.