Enquanto isso, na sala da Justiça…
POR Fêmea em 1888 - A Lei ÁureaOntem à noite, meu chefe não tinha muito lá o que fazer e decidiu perder o notebook no interior de um taxi. Como sempre, acabou sobrando pra cretina aqui negociar o resgate do objeto. Como eu não faço porra nenhuma aqui na empresa, então…
Lá vai a corna aqui à caça do mulambo do motorista. Apenas com a placa do carro apontada no recibo, cheguei ao nome, endereço, profissão e a cor da cueca do tal taxista meliante.
A negociação foi ferrenha e brindada com acusações recíprocas. Enquanto eu colocava a geração do taxista abaixo, a psicóloga da sala dela se benzia fervorosamente:
- Moço, pelo amor de Deus, meu emprego está em jogo se eu não encontrar essa maldita malera…
- Eu sei, Senhora, mas infelizmente rodei até às 6 da manhã e não encontrei nada aqui no banco.
- Mas moço, não se recorda dele? Ele é um italianão branquelo. Tem um sotaque que qualquer puta se derreteria todinha…
- Ah!… eu me recordo de ter pego um passageiro no Centro.
- E não se lembra de ter pego o notebook dele não?
- O quê, Senhora?
- Não.. nada! Então realmente não viu a bolsa dele?
- Não, Senhora. A não ser que algum passageiro de má fé tenha levado.
Em pensamento:
- Ou algum taxista filho de uma puta!
Em voz alta:
- Ok, moço. Obrigada.
- Por nada! Se precisar de alguma ajuda, pode me ligar.
Juro que eu estava disposta até dar minha bunda ou fazer um sexo oral nele, mas fiquei tão puta da vida que perdi até o tesão em ofertar a proposta.
Final das contas: “Fêmea, cota um notebook pra mim aí por favor. O mais barato que tiver!”
Novembro 6th, 2008 em 21:42
Eu quase morro do coração quando perdi uma bolsinha de moedas que herdei da minha falecida avó, imagine um notebook, n tinha bee gees certo pra ressucitar kkkkkkkk
Novembro 7th, 2008 em 12:57
Quanto azar!
Bjitos!